Peixe é um daqueles alimentos que a gente associa ao frescor. Vai bem num almoço leve, num jantar especial e em receitas que despertam lembranças. Mas, entre o mar e o prato, existe um caminho importante: e é exatamente aqui que a rastreabilidade de pescados se torna importante para a segurança alimentar e qualidade.

Isso porque saber de onde vem o que comemos é um cuidado que traz mais segurança para a sua saúde. E no caso dos pescados, isso se traduz não só na atenção com o seu bem-estar e no sabor com o frescor dos peixes, como também em respeito ao meio ambiente. 

Mas quer saber como a rastreabilidade dos pescados realmente funciona e o que nós, do Pão, fazemos de diferente para garantir mais qualidade para você? Então confira sobre o nosso compromisso com sustentabilidade e bem-estar. Vamos lá? 

A importância da rastreabilidade 

Torrada com salmão defumado e folhas verdes em prato, com limão ao fundo, ilustrando a importância da rastreabilidade de pescados para qualidade e segurança alimentar.

Antes de chegar à sua mesa, cada pescado percorre uma jornada que envolve captura, transporte e conservação. Nesse cenário, a rastreabilidade conecta todos esses pontos e permite saber a origem e a trajetória de cada produto, com transparência e segurança.

O que é rastreabilidade e por que ela importa?

Rastreabilidade é o acompanhamento de todo o caminho que o peixe percorre, da pesca ou cultivo até a venda. No caso dos pescados, isso inclui o local e o método de captura, as condições de armazenamento e transporte, além do cumprimento de normas sanitárias e ambientais.

Com essas informações registradas, fica mais fácil de você escolher de forma mais consciente o que vai estar no seu cardápio. Seja para ter mais frescor ou para cuidar mais do planeta. Ou seja, é bom para quem busca uma alimentação equilibrada e segura, e ótimo para quem quer uma vida mais sustentável. Afinal, saber a procedência é tão importante quanto o sabor, né?

Riscos de consumir pescados de origem desconhecida

Quando a origem é incerta, não é só o caminho do peixe até sua mesa que fica duvidoso. Também aumentam os riscos de fraudes, conservação inadequada e até de pesca ilegal. Isso pode comprometer tanto sua segurança alimentar quanto o equilíbrio ambiental.

Em outras palavras, consumir pescados rastreados é uma forma de garantir que o produto respeitou os tempos da natureza, as normas ambientais e as boas-práticas de manejo.

O papel do Pão de Açúcar na garantia de qualidade

No Pão de Açúcar, a rastreabilidade é parte da rotina de controle. Cada etapa é acompanhada de perto, desde a escolha dos fornecedores até o transporte e o armazenamento.

O resultado é uma cadeia de confiança que entrega ao consumidor um pescado seguro, fresco e proveniente de fontes responsáveis.

Entendendo o caminho até a sua casa

Sanduíche aberto com salmão defumado, rúcula e cubos de pepino sobre tábua de madeira, representando o caminho da rastreabilidade de pescados até a casa do consumidor.

Quando a gente fala de rastreabilidade, é importante deixar claro que este processo começa muito antes do peixe chegar ao gelo do balcão. Envolve cuidado, monitoramento e compromisso em cada fase da jornada, inclusive na análise do ambiente, tipo de criação, pesca ou processamento e por aí vai.

Veja só como é o passo a passo até a sua casa. 

Da pesca ou aquicultura até o centro de distribuição

Esse cuidado no processo tem início nas áreas de pesca regulamentadas e nas fazendas de aquicultura que seguem as boas-práticas de manejo e cultivo. 

Depois, o pescado passa por processamento e transporte refrigerado até nosso centro de distribuição, habilitado pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF) do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o que garante que o local cumpra rigorosos padrões de higiene e segurança alimentar. E, vale frisar, todo lote de pescado recebido é rastreável com registros que acompanham o pescado desde a captura ou criação, passando pelo recebimento, até a expedição.

Critérios de seleção e homologação de fornecedores

Trabalhar com quem compartilha os mesmos valores é essencial. Por isso, nós, do Pão, só operamos com fornecedores homologados, que seguem normas ambientais e sociais, que comprovam a origem legal e respeitam o ciclo natural das espécies.

Esse é um trabalho que une responsabilidade e confiança para que apenas pescados de procedência segura cheguem às lojas.

Inspeção e testes de qualidade realizados na chegada

Antes de chegar ao consumidor, os pescados passam por inspeções técnicas que avaliam odor, textura, coloração e temperatura. Além disso, seguimos um criterioso processo de classificação de cada tipo de pescado, reforçando o compromisso com a segurança alimentar.

Essas etapas garantem que o produto esteja sempre dentro dos padrões de qualidade e pronto para ser consumido com tranquilidade.

Os sistemas internos de monitoramento do Pão de Açúcar

Por trás da rotina de abastecimento, há um trabalho tecnológico com controles diários que sustenta o compromisso com a qualidade, segurança alimentar e rastreabilidade.

Tecnologia aplicada à gestão de origem e estoque

O Pão de Açúcar utiliza sistemas digitais para registrar dados sobre a origem, o transporte e o armazenamento dos pescados. Essas informações são integradas e acompanhadas em tempo real, o que permite rastrear o produto em qualquer momento da cadeia.

Esse monitoramento é o que assegura consistência e confiança em cada compra.

Uso de códigos e etiquetas para identificação individualizada

As etiquetas nas embalagens trazem o código do lote, a data de processamento e a origem do pescado, facilitando o rastreamento completo.

Ações de controle de temperatura e conservação

A manutenção da temperatura é uma das partes mais importantes da rastreabilidade. Todos os pescados do Pão de Açúcar, por exemplo, são mantidos entre 0 °C e 4 °C, em transporte e câmaras frias monitoradas.

Esse cuidado preserva sabor, textura e nutrientes, e garante que o produto chegue ao balcão em perfeito estado.

Dicas práticas para o consumidor

Prato de sashimi com salmão e atum, molho shoyu, wasabi e limão — qualidade e rastreabilidade de pescados do mar à mesa.

Saber identificar um pescado de qualidade é um hábito simples que faz diferença no dia a dia. A rastreabilidade pode ser uma grande aliada nesse processo. Mesmo assim, há alguns pontos a serem observados. Veja só:

Como interpretar as informações nas embalagens e etiquetas

Na hora da compra, observe:

  • Origem (região de captura ou cultivo);
  • Método de produção (pesca extrativa ou aquicultura);
  • Data de processamento ou congelamento;
  • Tipo de conservação (fresco, congelado ou ultracongelado);
  • Certificações ambientais e selos de qualidade.

Esses dados ajudam a garantir que o peixe é seguro e de boa procedência.

Diferenciando pescados frescos, congelados e ultracongelados

Cada tipo de carne de pescado tem suas vantagens, e todos podem ter ótima qualidade. O ultracongelado, por exemplo, é uma opção prática que preserva textura e nutrientes, mantendo o sabor e o frescor por mais tempo. Já o fresco deixa o preparo ainda mais fácil e o sabor ainda mais gostoso.

Independentemente do formato, o importante é que o produto seja rastreado e bem conservado.

A importância da certificação de sustentabilidade

Além dos controles internos, contamos com produtos que possuem selos de certificação de terceira parte, como o MSC (Marine Stewardship Council), que indica que o pescado vem de fontes responsáveis e práticas que respeitam os ecossistemas marinhos.

Iniciativas do Pão de Açúcar com pescados sustentáveis

Bruschettas com peixe cru em cubos (tipo tartare), creme branco e cebolinha em prato, ilustrando iniciativas do Pão de Açúcar com pescados sustentáveis e rastreabilidade.

O Pão de Açúcar tem como compromisso respeitar o período de defeso, não comercializar espécies ameaçadas de extinção e que seus fornecedores sigam protocolos rigorosos de captura e cultivo. Essas ações fazem parte de um engajamento contínuo com práticas responsáveis e alinhadas aos nossos pilares de saudabilidade e sustentabilidade. Quer saber mais? Leia nossa Política Socioambiental de Compra de Pescados. 

O que é o período de defeso e por que ele importa

Durante o defeso, certas espécies têm a pesca suspensa para garantir o ciclo reprodutivo e a manutenção dos estoques naturais. 

Respeitar esse período é garantir que o consumo de hoje não comprometa o amanhã.

Programa de Fomento à Diversidade de Consumo de Pescados

No Pão, buscamos estimular o acesso e consumo de espécies menos conhecidas de peixes. É o caso do saramunete, sororoca, olhete, catuá, olho-de-cão, cavala, carapau, pargo rosa e xaréu. O propósito é de minimizar a pressão sobre os recursos pesqueiros e espécies mais demandadas, como bacalhau, tilápia e salmão.

Como o consumidor apoia a sustentabilidade com escolhas conscientes

Cada vez que você escolhe um pescado rastreado, certificado e/ou de origem responsável, ajuda a fortalecer toda uma cadeia de boas-práticas. Esse é um gesto simples que reflete cuidado com a saúde, o planeta e as próximas gerações. 

Comer bem é também saber de onde vem o que está no prato. Aqui no Pão, a rastreabilidade de pescados une tecnologia, responsabilidade e transparência para garantir que cada produto carregue uma história de respeito.

Quando cada etapa é acompanhada de perto, o resultado é um pescado mais fresco e com controle de origem. E se você quiser continuar descobrindo o que há por trás dos alimentos que chegam à sua casa, é só continuar com a gente no Blog do Pão. 

Gostou de saber sobre a rastreabilidade dos pescados? Agora é hora de passar nas nossas lojas do Pão, no site do Pão de Açúcar ou no app do Pão de Açúcar Mais para comprar as opções mais saudáveis e gostosas para você e sua família. E conheça mais sobre o tema em nossa Política Socioambiental de Compras de Pescados.

Até a próxima!